Quinta-feira, 13 de Março de 2008

Microsoft rende 38 986% desde a sua estreia na bolsa

Com uma extraordinária rendibilidade acumulada de 38 986 por cento desde que foi para a bolsa a 13 de Março de 1986, a Microsoft está hoje de parabéns. Foram 22 anos de grandes sucessos que nos bolsos dos seus accionistas se repercutiram em ganhos anuais de 31,17 por cento. Nem mesmo Warren Buffett, o maior investidor do mundo, conseguiu superar esta rendibilidade (cerca de 20 por cento no mesmo período).
Tudo começou em 1975, quando Bill Gates e Paul Allen discutiam a Lei de Moore. Desde então, a Microsoft abriu uma nova janela no mundo digital com a criação do sistema operativo mais conhecido e mais utilizado em todo o mundo: cerca de 91 por cento dos utilizadores de computadores pessoais utilizam o Windows. E, hoje, todas as contas da empresa de Bill Gates se contabilizam na ordem dos 7 dígitos, a começar pela sua capitalização bolsista, que chega a ser superior ao valor do produto interno bruto português, até às suas receitas anuais, suficientes para comprarem metade das empresas cotadas no principal índice da Euronext de Lisboa.
O futuro no mercado da tecnologia avança a passos largos e parar é morrer. Por isso, a Microsoft tem vindo a seguir uma estratégia de investimento progressivo no desenvolvimento e investigação de novos produtos, dedicando-lhe todos os anos cerca de 15 por cento da sua facturação. No entanto, o gigante Google não tem dado tréguas: a luta pela internet está hoje ao rubro com a Microsoft a tentar a todo o custo virar o jogo da nova era digital a seu favor. Quase como um último desafio de Bill Gates, que deixará o cargo de presidente em Junho, a Microsoft lançou uma oferta de compra sobre a Yahoo! por 30 mil milhões de euros. Por agora, a resposta dos administradores do segundo maior motor de busca online foi negativa todavia, The Wall Street Journal avança que, caso a Microsoft junte mais 6,8 mil milhões de euros, à sua oferta inicial, o negócio chegará a bom porto. Nada que a Microsoft não possa cobrir com os cerca de 14,5 mil milhões de euros que guarda actualmente nos seus cofres. Luís Leitão

O último dia de trabalho de Bill Gates
O patrão da Microsoft está a fazer planos para o seu futuro emprego

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