Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

Invista como os milionários

Portefólio estimado dos milionários em 2009O ano passado não foi famoso para a generalidade dos mercados de referência mundiais, mas quem tem rios de dinheiro não sofreu muito com a crise. Pelo menos, a julgar pelo aumento de 9,4 por cento da riqueza concentrada nos "high net worth individuals" – indivíduos com activos líquidos de pelo menos 1 milhão de dólares (635 mil euros) excluindo a sua residência primária e consumíveis –, que ascende já a 25,8 biliões de euros. A conclusão é extraída da 12.ª edição do World Wealth Report, publicado pela Merrill Lynch e pela Capgemini, que avança com mais dados curiosos: o número de milionários aumentou 6 por cento a nível global para 10,1 milhões e a quantidade de multimilionários – indivíduos com activos líquidos de pelo menos 30 milhões de dólares (19 milhões de euros) excluindo a sua residência primária e consumíveis – cresceu 8,8 por cento. Em 2007, pela primeira vez, a média da riqueza dos milionários superou os 2,5 milhões de euros.
O estudo argumenta que o crescimento global permaneceu sólido no ano passado face aos 2 principais factores de geração de riqueza: taxa de crescimento real do PIB e capitalização de mercado. “Os ganhos económicos globais do primeiro semestre de 2007 alavancaram o crescimento mundial dos milionários, enquanto, no segundo semestre, as economias emergentes compensaram as que se encontravam em fase de abrandamento, designadamente as economias mais maduras”, refere o relatório da riqueza mundial. Recorde-se que a economia global cresceu 5,1 por cento em 2007, uma ligeira desaceleração face aos 5,3 por cento obtidos em 2006.
Onde é que estes seres altamente endinheirados investem? “Os ambientes macroeconómicos divergentes no início e no final de 2007 ajudaram os milionários a definir as suas estratégias de alocação de riqueza. Nos primeiros meses de 2007 investiram fortemente em activos com risco, com base no optimismo de 2006, mas acabaram por transferir os seus investimentos para activos mais seguros e menos voláteis”, sublinha o estudo.
Nota para o crescimento do investimento ambientalista, que se situou nos 74 biliões de euros graças à subida de 41 por cento desde 2005, com grande força da energia eólica e solar. O Médio Oriente e a Europa tiveram os milionários e os multimilionários mais ambientalmente sintonizados, com participações que vão desde os 17 por cento aos 21 por cento. Comparativamente, apenas 5 por cento dos milionários e 7 por cento dos multimilionários da América do Norte alocaram parte da sua carteira a investimentos em títulos de empresas que actuam na área das tecnologias limpas. Metade dos milionários em termos globais assumem que na base desta escolha está o elevado retorno financeiro. No que toca à distribuição geográfica, fica demonstrado que o dinheiro dos seres mais ricos do mundo está gradualmente a abandonar o continente norte-americano e a transferir-se para os mercados emergentes. A Europa e a Ásia-Pacífico mantêm-se estáveis e a África e a América Latina estão a ganhar terreno a olhos vistos.
Já sabe, mesmo que não seja nenhum Bill Gates, nem tenha um milhão para aplicar na bolsa, pode amealhar uns trocos e atirar-se de cabeça para o fabuloso mundo das energias renováveis. Boa parte da fortuna dos 10 milhões de homens e de mulheres mais ricos do Planeta já lá está. Diogo Nunes
Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

BPI contra BPI: Quem ganha é o investidor

Os clientes mais atentos do ActivoBank7 e do Banco Best já devem ter notado que a oferta de fundos cresceu há poucos dias: agora têm produtos de 2 sociedades gestoras do grupo Banco BPI. Depois da BPI Gestão de Activos, a BPI Global Investment Fund, uma sociedade luxemburguesa, propõe 6 novos fundos. Embora sejam novos, 4 deles estão longe de serem novidade, uma vez que são réplicas de produtos da BPI Gestão de Activos. Confuso? É simples: o BPI Reestruturações, registado em Portugal, e o BPI Opportunities, de direito luxemburguês, são geridos paralelamente. O mesmo acontece com o BPI Europa Valor e o BPI Europa (Lux.), com o BPI Obrigações de Alto Rendimento Alto Risco e com o BPI Universal (que tem o mesmo nome nos 2 países).
 
Como escolher
Se são iguais como decidir entre eles? Tudo depende da fiscalidade. Nos fundos de acções dirija-se para os produtos nacionais, mas nos fundos de obrigações e nos fundos de fundos é sempre melhor optar pelos instrumentos luxemburgueses. "A tributação nacional muito favorável ao mercado de acções dificilmente é superável pelo efeito capitalização", explica Marta Coelho, gestora de clientes institucionais do Banco Português de Investimento. "Um fundo doméstico de acções no máximo paga 10 por cento sobre as mais-valias. O fundo estrangeiro paga sempre no resgate 20 por cento sobre o lucro bruto obtido", acrescenta.
Há mais 2 factores que podem interessar: os fundos portugueses têm comissão de resgate e os fundos estrangeiros têm comissão de desempenho. Contudo, se é um investidor de longo prazo, isso é menos importante que a fiscalidade.
A BPI Global Investment Fund propõe mais 2 fundos que não têm equivalentes em Portugal: o BPI Iberia, que investe em acções nacionais e espanholas, e o BPI Global Tactic Asset Allocation, um fundo quantitativo (não depende da subjectividade de gestores) que pretende ganhar mais que a Euribor (embora não tenha conseguido desde que foi lançado em Abril de 2007). David Almas
 
Sósias
Se tiver de escolher, opte pelos que estão a negrito
BPI Global Investment Fund
 
BPI Gestão de Activos
 
Rendibilidade
 
 
Rendibilidade
 
1 ano
5 anos
 
 
1 ano
5 anos
BPI Europa (Lux.)
-27,95%
6,65%
vs.
-26,38%
8,19%
BPI Opportunities
 -13,63%
 –
vs.
-11,66%
11,42%
BPI Universal
 0,13%
vs.
-6,55%
7,56%
BPI High Income Bond
-6,41%
vs.
-8,39%
3,45%
Fonte: Bloomberg, BPI Gestão de Activos. Rendibilidade anualizada. 25 de Junho de 2008

 

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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Replique a bolsa à portuguesa

Sardinhas do PSI 20. Foto: stijn/CarteiraA queda do mercado está a ser dolorosa? Preferia investir e esquecer durante alguns meses ou anos? Se está interessado apenas na bolsa de Lisboa, agora já pode fazê-lo. A Northern Trust, uma gestora de activos de Chicago, adicionou o índice PSI 20, que reúne as maiores sociedades cotadas lisboetas, ao seu grupo de fundos cotados Nets, que replicam os principais índices mundiais. Assim, através de uma única operação de bolsa, ao adquirir o Nets PSI 20 Index Fund (Portugal) na bolsa de Nova Iorque, ganha a exposição aos 20 principais títulos alfacinhas, em particular à EDP, PT, BCP e Galp Energia (que pesam mais de 10 por cento cada um).
Antes de avançar é preciso ter atenção a 2 coisas: é preciso pagar comissões de bolsa ao seu intermediário financeiro (ao contrário dos fundos de investimento tradicionais) e é preciso um cuidado muito especial nas operações, porque o volume diário de negócios é muito reduzido. Se calhar é melhor esperar pelo fundo do PSI 20 que será cotado em Lisboa, segundo declarações do presidente da Euronext Lisboa, Miguel Athayde Marques, e que deverá ter bastante mais sucesso. David Almas
Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

Acções 5 estrelas

Acções recomendadas pela MorningstarA incerteza parece ser a palavra-chave utilizada pela maioria dos especialistas para caracterizar o momento actual dos mercados. Do lado dos investidores, é o “pânico” que tem ameaçado a gestão dos seus portefólios. Que o digam os accionistas da Sonae Indústria e da Sonae SGPS, que desde o início do ano viram as suas participações perdem 57,59 e 54,41 por cento, respectivamente. Por esta razão, muitos investidores ponderam fechar todas as suas posições accionistas antes de partirem de férias, mesmo que isso pressuponha que tenham de assumir fortes prejuízos. Em alguns casos, talvez até seja a melhor solução, sobretudo se o “sobe-e-desce” do mercado influenciar fortemente a sua disposição emocional e facilmente transformar 15 dias de harmonia familiar em 15 dias de má disposição e de stress constante.
Mas para os investidores que encaram as acções como um investimento de longo prazo e observam o momento actual não como uma catástrofe mas como uma oportunidade de comprar de acções em saldos, Allan C. Nichols, analista da Morningstar, recomenda 5 empresas com carimbo de 5 estrelas da Morningstar, que "continuarão a crescer nos mercados emergentes providenciando produtos ou serviços, sem o risco directo de virem a estabelecer as suas sedes nestas áreas”. Luís Leitão
Terça-feira, 24 de Junho de 2008

Taxa de juro: de inimigo a aliado

Jean-Claude Trichet. Foto: Bloomberg NewsNum país em que o endividamento é a parte fraca das finanças familiares, é natural que o aumento da taxa de juro de referência da Zona Euro seja visto como um drama. No entanto, a subida do preço do dinheiro também pode ser uma oportunidade para ganhar dinheiro. É esta a proposta que fazem 2 fundos cotados da gama x-trackers do Deutsche Bank: capitalizar as poupanças à taxa Eonia, que resulta da média ponderada de todas as operações de concessão de crédito efectuadas por 43 bancos europeus no mercado diário; ou à homóloga norte-americana. Dada a conjuntura, é uma ideia interessante. Com os elevados preços das matérias-primas agrícolas e energéticas a semear inflação pelo mundo, a única solução das autoridades monetárias para conter a subida dos preços é aumentar a taxa de juro.
Segundo o jornal The Washington Post, o presidente da Fed, Ben Bernanke, "não tem planos" para subir as taxas de juro, o que dado o nível actual da taxa de juro norte-americana, 2 por cento, e o risco cambial, tornam o investimento no db x-tracker Fed Funds Effective Rate menos apetecível. Porém, em relação à Zona Euro, o cenário é bem diferente. Primeiro, o BCE tem como meta manter a inflação controlada nos 2 por cento e esta atingiu em Maio o valor mais elevado desde 1992 (3,7 por cento). Segundo, porque Jean-Claude Trichet ameaçou tomar medidas já na reunião de 3 de Julho. Aliás, para Rainer Guntermann, economista do Dresdner Kleinwort, "não ficaríamos surpreendidos se o BCE subisse a taxa de juro para 4,5 por cento até ao final do ano". Actualmente, a taxa de referência está nos 4 por cento, mas os contratos de futuro sobre a Euribor a 3 meses para entrega em Junho de 2009 dizem que este indexante deverá cotar nos 5,20 por cento dentro de 1 ano, o que torna o db x-trackers Eonia Total Return Index, que ganhou 3,29 por cento no último ano, num aliado para ganhar com a anunciada subida do preço do dinheiro na Zona Euro. Joaquim Madrinha
Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

Aviões europeus levantam com o dólar

Airbus A330. Foto: CaribbSe o sector da aviação europeu tem sentido o efeito negativo do momento económico e dos elevados preços do petróleo, a Air France-KLM caiu 33 por cento e a British Airways 25 por cento desde o princípio do ano, os construtores aeroespaciais já estão de olho na recuperação da economia norte-americana e do regresso do dólar à disputa com o euro para voltar a levantar os lucros. Pelo menos a julgar pelo perfil de exposição ao dólar norte-americano que a sociedade de investimento JPMorgan traçou. A instituição financeira estudou a sensibilidade às oscilações do dólar dentro do sector e encontrou as companhias que mais poderão vir a beneficiar do retorno ao equilíbrio das taxas de juro entre o banco liderado por Jean-Claude Trichet, o Banco Central Europeu, e a Reserva Federal norte-americana, conduzida por Ben Bernanke.
No primeiro lugar da exposição ao dólar está a construtora europeia EADS, responsável pelo maior avião comercial do mundo, o Airbus A380, mas também por equipamento militar e de defesa. Por cada redução de 10 cêntimos de dólar na cotação euro-dólar os lucros por acção da construtora alemã podem subir, no melhor dos casos, 28 por cento, mas não é a única que pode ganhar. A segunda maior construtora de aviões na Europa, a Safran, é outra das que pode tirar proveito da subida do dólar face ao euro, uma vez que o JPMorgan acredita que no melhor cenário o lucro por acção pode disparar mais de 33 por cento. Outros dos nomes mais expostos ao dólar são a MTU Aero Engines, a Zodiac, a Rolls-Royce e a Meggitt.
Claro que para isso acontecer é necessário que o dólar ganhe terreno ao euro, algo que os analistas do BNP Paribas estão a prever que aconteça já no terceiro trimestre deste ano e que poderá continuar nos últimos 3 meses de 2008 até a uma taxa de câmbio de 1,45 dólares por cada euro, uma descida de 0,11 dólares no montante que é preciso dar para se obter um euro nesta altura. Nuno Alexandre Silva
 
Descolam com o dólar
Aos contrário dos consumidores, que ganham com o euro forte, as empresas aeronáuticas ganham com a fraqueza
Empresa Impacto no lucro por acção de uma redução de 0,10 no câmbio euro-dólar Bolsa
Safran 33,5% Paris
EADS 27,8% Amesterdão
MTU Aero Engines 19,6% Frankfurt
Rolls-Royce 17,5% Londres
Zodiac 15,2% Paris
Meggitt 6,5% Londres
Fonte: JPMorgan
Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Lisboa melhor que Nova Iorque e Dubai

Lisboa tem um dos melhores índices de qualidade de vidaOs países organizadores do Euro 2008 podem não ser dos melhores com uma bola nos pés, tanto que já foram eliminados da principal competição europeia de futebol, mas têm fama de serem sociedades desenvolvidas, bem organizadas e cujo nível de vida dos cidadãos está muito acima da média europeia. Ora, o último estudo global da Mercer, "World Quality of Living Survey", vem confirmar em absoluto aquilo que o bom senso já indicava: os 3 lugares do pódio são ocupados por 2 cidades suíças e 1 austríaca. Zurique volta a arrecadar o ouro, seguida por Viena e por Genebra. No extremo oposto, surgem Brazaville (Congo), Bangui (República Centro Africana) e a lanterna vermelha Bagdade, a cidade com pior qualidade de vida a nível mundial.
Pelo caminho, surge Lisboa na 44.ª posição com 100,3 pontos – escalou 3 lugares face ao ranking do ano passado –, conseguindo suplantar cidades como Nova Iorque, Roma, Hong Kong, Dubai ou Miami. Refira-se que as cidades são classificadas face à Big Apple, a quem foi atribuída uma pontuação base de 100 pontos, em virtude de 39 critérios fundamentais de qualidade de vida, e foram analisadas 215 metrópoles espalhadas pelos 5 continentes. O objectivo deste estudo é “ajudar os governos e as empresas multinacionais nos processos de transferência de colaboradores para projectos internacionais”.
Paralelamente, a Mercer estabelece um ranking de segurança pessoal, baseado em índices como a estabilidade interna, crime, efectividade da aplicação da lei e relacionamento com outros países. Aqui, quem vence é a cidade do Luxemburgo, bem acompanhada pelas suíças Berna, Genebra e Zurique, tal como pela finlandesa Helsínquia, consideradas as 5 cidades mais seguras do mundo. Na outra ponta da corda aparece a repetente Bangui, Nairobi (Quénia), Karachi (Paquistão), Kinshasa (República Democrática do Congo) e a inevitável Bagdade a fazer de carro vassoura. Nesta tabela da segurança, Lisboa conquista uma posição semelhante ao ranking da qualidade de vida, com o 45.º posto, ex-equo com a capital checa Praga.
No que toca à qualidade de vida no restante mundo lusófono, o Brasil coloca 4 cidades à frente da concorrência (Brasília no 105.º lugar, Rio de Janeiro em 114.º, São Paulo em 119.º e Manaus em 129.º), depois vem Maputo em 184.º e Luanda em 196.º. Em termos de segurança, o gigante sul-americano realça-se pelo facto de ter a cidade mais segura dos países estrangeiros de língua oficial portuguesa, Manaus na 103.ª posição, e a mais insegura, São Paulo no 180.º posto. Se por acaso está numa situação de transição profissional para um novo país, veja bem aonde é que se vai meter e exija condições à altura do ambiente que o rodeia. Diogo Nunes
Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Sensíveis ao toque

Escrever à máquina pode até fazer parte do passado mas o futuro parece estar a caminhar para um novo reconhecimento da escrita à mão. Mas, agora, para uma escrita digital. Os tablet PC são o primeiro passo do avanço desta tecnologia que promete conquistar vários utilizadores. Equipados com o sistema operativo do Windows ou Linux, os tablet PC não são mais do que pequenos computadores portáteis equipados com um monitor sensível ao toque e com a capacidade de rodar sobre um eixo para se encaixar sobre o teclado do aparelho, passando a funcionar como uma folha de papel. Depois, basta utilizar o dedo ou uma caneta para começar a navegar pela internet e até para escrever “e-mails” ou construir uma folha de cálculo.
As primeiras horas de uso do touchscreen parecem esquisitas e pouco produtivas. É preciso passar por uma fase de adaptação de algum tempo para se ganhar a destreza de escrever um documento completo usando um pequeno teclado digital reflectido no monitor. Além disso, a maioria destes equipamentos apresenta um peso demasiado elevado para um aparelho que deve ser carregado no braço. A Carteira testou quatro equipamentos e diz-lhe quais os mais vantajosos. Luís Leitão

Toshiba Portégé M700Toshiba Portégé M700
(+) Chassis bastante robusto e com uma boa autonomia, sobretudo quando utilizando a bateria mais fina
(-) O monitor revela por vezes algumas debilidade nos ângulos de visão e o design do portátil é monótono e pouco atractivo
Dimensões: 37,4 x 305 x 239mm
Peso: 1,90 kg
Autonomia: 5 horas
PVP: 1990€
 
 
Asus R1Asus R1
(+) Desenhado com umas linhas arrojadas que dão um ar de modernidade ao portátil trazendo também bastante extras de software
(-) Demasiado pesado, mesmo sem a base do leitor/gravador de CD/DVD
Dimensões: 35 x 317 x 232mm
Peso: 1,98 kg
Autonomia: 4 horas
 
 
Lenovo Thinkpad X61Lenovo ThinkPad X61
(+) As teclas do teclado principal são em tamanho XL, facilitando bastante a escrita
(-) O monitor revela debilidades no contraste de cores e luminiosidade e o sistema de som é fraco
Dimensões: 33,1 x 274 x 244mm
Peso: 1,85 kg
Autonomia: 4 horas
PVP: 1650€
 
 
Dell Latitute XTDell Latitude XT
(+) Oferece grande flexibilidade na escolha dos componentes e ainda traz um transformador de dimensões reduzidas
(-) Precisa de uma base para reproduzir CD/DVD e vem equipado com muito pouco software
Dimensões: 25,4 x 297,18 x 218,44mm
Peso: 1,62 kg
Autonomia: 4 horas
PVP: desde 1950€
Terça-feira, 17 de Junho de 2008

O lado bom de Trichet

A subida dos juros na zona euro parece inevitável. Depois de Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, ter sinalizado recentemente uma potencial subida já em Julho da taxa de juro de referência, actualmente nos 4 por cento, os números da inflação nos 15 países com a moeda única colocam ainda mais pressão no BCE. Os 3,7 por cento de crescimento dos preços em Maio, face ao período homólogo de 2007, estão bem acima do tecto estabelecido de 2 por cento.
“Diabo” para uns, “anjo” para outros, o homem forte da política monetária europeia tem 2 rostos para quem deve e quem empresta. Quem sofre são os cerca de 2 milhões de portugueses que têm crédito à habitação e que pagam agora prestações mensais com juros acima de 5 por cento, mas quem está folgado e tem alguma disponibilidade financeira pode aproveitar as notícias de Trichet para ganhar com juros mais altos.
Se não percebe muito dos mercados de capitais e fica nervoso com o risco, os depósitos a prazo são uma boa solução para o seu dinheiro. Alguns bancos oferecem-lhe juros que replicam a oscilação da taxa de juro Euribor, como o Banco Popular, e outros têm taxas para os prazos mais curtos que vão fazer com que o seu dinheiro não perca valor com uma inflação mais alta. Nuno Alexandre Silva
 
Os melhores na internet
À distância de um clique há depósitos que podem evitar a perda de poder de compra e ainda lhe dar algum dinheiro sem risco
Banco
Taxa de juro anual
6 meses
Mínimo
mínimo
BPN
DP Interactivo
4,40%
500€
Banif
Super Depósito Banif@st
4,28%
2500€
Banco Popular
Netprazo
4,26%
500€
Santander Totta
Netbanco
4,00%
250€
Fonte: Bancos. Taxa de juro líquida de impostos
Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

Paris celebra 20 anos de ganhos

A bandeira francesa. Foto: Cyril PlapiedO ilustre CAC 40, índice de referência da bolsa francesa, está hoje de parabéns! Lançado há 2 décadas, em plena transição dos sistemas bolsistas para a negociação electrónica, desde cedo afirmou-se enquanto um marco incontornável ao nível das principais praças accionistas mundiais. E não tem desiludido os investidores que nele apostam. Desde 1988, a sua capitalização bolsista multiplicou-se por 18, enquanto o volume diário de negociação aumentou 42 vezes. Os retornos anuais do índice também não desapontam, já que acumulou uma média anual de 12,11 por cento desde o lançamento e de 14,37 por cento nos últimos 5 anos.
A título de curiosidade refira-se que as 40 empresas que compõem o CAC representam 20 por cento do total da capitalização bolsista da Zona Euro e 12 por cento de toda a Europa. Depois, não deixa de ser relevante o facto de o índice de referência francês ser o segundo índice do mundo mais utilizado em termos de gestão passiva, logo atrás do mundialmente famoso Standard & Poor's 500. As posições que reflectem o comportamento do CAC 40 ultrapassam os 40 mil milhões de euros. Os primeiros futuros sobre o índice da cidade-luz foram lançados logo no ano da estreia do mesmo e, desde então, quer os volumes quer as posições abertas multiplicaram-se por 20. No ano passado, a negociação diária destes contratos alcançou os 10 mil milhões de euros.
O primeiro fundo cotado que replica o andamento do CAC 40 foi lançado em Janeiro de 2001 e, actualmente, já são 11 os produtos deste género oferecidos por cinco emitentes, um dos quais norte-americano. Conheça os melhores (em termos de custos associados e de rendibilidades acumuladas). Bonne chance! Diogo Nunes

3 atalhos para a cidade-luz
Entre os 11 fundos cotados que seguem o desempenho do principal índice francês, a Carteira sugere-lhe a seguinte composição para preencher os lugares do pódio. Não se assuste com a fraca performance no último ano, já que o CAC 40 não caiu sozinho!
Fundo
Rendibilidade*
1 ano
5 anos
-14,61%
 5,22%
-14,88%
 5,16%
-15,14%
 5,17%
Fonte: Bloomberg. *Rendibilidades anualizadas líquidas de impostos. 16 de Junho de 2008
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