Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

Carro a gasóleo já não compensa

Gasolina pouco mais cara do que o gasóleoApesar de serem cada vez mais eficientes, os veículos alimentados a gasóleo estão cada vez menos económicos para os proprietários devido à diminuição do diferencial de preços entre gasolina e gasóleo. Mesmo sendo mais caros que os carros a gasolina, o bom-senso diz que o que se gasta a mais no stand poupa-se na estação de serviço. No entanto, já não é bem assim. Dada a convergência do preço do gasóleo para o preço da gasolina, o dogma está prestes a quebrar-se. Basta interiorizar que, nos últimos 5 anos, o diferencial de preços entre gasolina e gasóleo passou de 34 para 9 por cento.
À primeira vista, entre um Renault Mégane II 1.5 dCI, que gasta 4,5 litros de gasóleo por cada 100 quilómetros percorridos, e o mesmo modelo com motor 1.4 alimentado a gasolina, que gasta 6,9 litros ao percorrer a mesma distância, a escolha recairia sobre o primeiro, argumentando-se pela economia de combustível. No entanto, devido à diferença nos preços dos veículos e à actual diferença nos preços dos combustíveis, não é bem assim. Ao optar pelo carro a gasolina, cada 100 quilómetros percorridos custarão mais 3,37 euros que no carro a diesel. No entanto, como o proprietário do veículo a gasolina poupou 3850 euros no stand face ao proprietário do carro a diesel, este terá de fazer 114,5 mil quilómetros para que o menor preço do combustível e a eficiência do motor a gasóleo se transformem em economia. Por isso, da próxima vez que comprar um carro faça bem as contas aos quilómetros que anda. Se não esperar fazer mais de 100 mil ao longo da vida do carro, a gasolina é a opção mais barata – e não é só no stand. Joaquim Madrinha
Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Deixe a gasolina na bomba

O rendimento de 1 português dá para comprar 66 barris por ano, enquanto um dinamarquês pode comprar 213Se está a ler este blogue depois de chegar ao trabalho de carro, já deve ter gasto hoje uma fatia do seu salário com o pequeno-almoço do automóvel. Se multiplicar o consumo do seu carro pelos preços que vigoravam nos inevitáveis postos de combustível, verá que, no espaço de um ano, o seu carro passou a beber bebidas mais caras. Fazendo as contas ao carro mais vendido no primeiro trimestre do ano, o Seat Ibiza 1.2, que consome 7,9 litros de gasolina por 100 quilómetros, em circuito urbano, e tomando como exemplo uma pessoa que faça 30 quilómetros por dia ao volante do seu amigo-inimigo de 4 rodas, no final do mês gasta cerca de 100 euros.
Se é um dos que paga a sexta gasolina mais cara da União Europeia, que despende o mesmo por um litro de gasolina do que um cidadão dinamarquês que recebe em média 3 vezes mais do que um português, está na altura de aliviar o fardo dos combustíveis. Aqui ficam 4 dicas para empurrar os 100 euros para baixo.

 1. Verifique a pressão dos pneus: Pneus mal calibrados podem aumentar o consumo do seu carro. Utilize o manual da marca que deverá andar no porta-luvas e deixe os pneus arrefecer para não influenciar a pressão correcta.
2. Limpe o filtro de ar: Limpar regularmente o filtro por onde passa o ar para o motor pode aumentar o desempenho do carro. Se a luz do Sol já não consegue trespassá-lo está na altura de mudar.
3. Aproveite o ar puro: Desligue o ar condicionado e deixe que o ar natural o arrefeça no Verão. Vai poupar o motor ao esforço e usar menos combustível.
4. Não seja nervoso: Estar sempre a acelerar e a abrandar bruscamente no trânsito não vai ajudá-lo a poupar na gasolina ou no gasóleo. Nas filas de trânsito deixe o carro deslizar suavemente, mesmo que possa pensar que faz má figura no palco que é a estrada.
5. Pense seriamente nos transportes públicos: É difícil deixar o carro em casa depois de ganhar o hábito de conduzir diariamente, mas informe-se dos autocarros e das estações de metropolitano que o podem ajudar a chegar ao trabalho sem dar de comida ao carro todas as manhãs. Nuno Alexandre Silva
Terça-feira, 29 de Abril de 2008

Quer um veículo? Vá à feira!

Quem se desloca à feira vai normalmente à procura de produtos de menor qualidade, mas melhor preço. Sejam as meias brancas com raquetes ou as couves da horta, o que interessa é pagar o mínimo possível. E se a feira lhe oferecesse algo com boa qualidade, mas na mesma a baixos preços? É o caso da Feira do Veículo Usado, organizada pela Eventocasião, um local privilegiado para quem quer vender ou comprar qualquer tipo de veículo em segunda-mão (carros, motos, barcos, camiões e auto-caravanas).
Além de todo o conforto para quem anda à caça de bons negócios, já que duma assentada consegue observar presencialmente os vários veículos em comercialização e comparar as suas características e relação qualidade-custo, é igualmente uma forma de vender mais rapidamente a viatura de que se pretende desfazer, já que o afluxo de visitantes da feira aumenta exponencialmente as probabilidades de concretização do negócio. Claro que a grande maioria das pessoas que se deslocam à Feira do Veículo Usado vão mais pela curiosidade do que para puxar os euros da carteira mas, mesmo assim, há um registo positivo ao nível das vendas.
A Eventocasião, que começou por organizar o certame no Estádio do Algarve, veio agora alargar a sua presença física à região da Grande Lisboa, passando a oferecer o evento da ocasião dos veículos todos os primeiros domingos de cada mês, em Alverca. O espaço conta ainda com vários stands onde pode encontrar empresas de financiamento, seguradoras e um despachante, para ficar tudo em pratos limpos o quanto antes. E até pode levar os seus filhos consigo, já que a feira tem todas as facilidades necessárias, desde o bar, ao espaço de recreio para os mais pequenos.
Se está interessado em ir dar uma vista de olhos (em Alverca é sempre ao domingo) fixe já as próximas datas da feira no Algarve. E se até pondera ir lá tentar a sua sorte na venda daquela auto-caravana que já não conduz desde há cinco verões para cá, confira abaixo o preçário para os vendedores. Bons negócios! Diogo Nunes

De 10 a 20 euros para tentar a sorte
Sobre o preçário apresentado, a Eventocasião faz um desconto de 20 por cento para quem inscreva 5 ou mais viaturas no mesmo dia. O IVA está incluído à taxa de 21 por cento
Veículo Moto Ligeiro Pesado
Preço 10€ 15€ 20€
Fonte: Eventocasião
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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Casas e carros ao preço da chuva

Não é só nos EUA que o número de penhoras têm vindo a aumentar. Com o fim dos spreads nulos e com a subida da Euribor desde Dezembro de 2005, também muitos portugueses deixaram de pagar a prestação da casa ao banco. O resultado reflecte-se na adesão em massa de muitos outros consumidores a leilões imobiliários à procura de um "negócio da china".
Porém, quem além de casa esteja à procura de mobília, carro novo e outros bens, as Finanças aproveitaram o crescimento de incumprimentos fiscais pelos contribuintes para lançarem uma "campanha de saldos". Através do seu sítio, a Direcção-Geral de Impostos disponibiliza uma lista com mais de 1500 bens penhoradas à venda por um preço-base de licitação de 70 por cento do seu valor patrimonial tributário avaliado nos termos do Código do IMI. É o caso de um prédio rústico, com uma área de 8,5 hectares, composto por 2 parcelas de olival, na freguesia de Borba com um preço-base de venda de 50 mil euros ou uma área de estacionamento coberta com uma área de 27,2 metros quadrados, no prédio sito na Rua Nova da Trindade, em Lisboa, por um preço base de 11 956 euros. Para todos os interessados na compra deste ou de outros bens, ao contrário do que acontecia anteriormente em que era preciso dirigir-se ao serviço das Finanças para apresentar a sua proposta, agora basta consultar o anúncio de venda pretendido e clicar no botão "Entregar Proposta". Desta forma, enviará electronicamente a proposta para o serviço de Finanças responsável pela venda seleccionada, sem ter necessidade de deslocar-se ao serviço de Finanças. Quanto às formalidades da venda, será solicitado ao adquirente o depósito em dinheiro, da totalidade do preço, ou parte deste (não inferior a um terço), à ordem do órgão da execução fiscal. No caso de não ser feito todo o depósito, a parte restante será depositada no prazo de 15 dias, sob pena das sanções previstas na lei do processo civil. Luís Leitão
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