Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

Surpresas online deixam Best offline

Banco Best com problemas.Há apenas 2 meses, a taxa de satisfação dos clientes do Banco Best situava-se nos 95 por cento, um registo impressionante. Porém, se o mesmo inquérito fosse levado a cabo hoje pelo banco, dificilmente conseguiria manter esse nível tão elevado. Porquê? Devido aos problemas que afectaram o seu sítio electrónico durante a última semana e que motivam uma série de reclamações por parte dos clientes.
Muitos investidores dizem que foram prejudicados pela ausência dos instrumentos que lhes permitem negociar na bolsa, gerir contas e investir em fundos, segmento em que o banco é líder em Portugal na distribuição de produtos estrangeiros. Face às dificuldades enfrentadas, um cliente revela ter sido informado pela linha de apoio que o banco "só assegura os acessos através do Internet Explorer". Para seu grande azar, utilizando um computador Mac, não tinha a possibilidade de aceder pelo referido programa de navegação. Ele e os outros 25 por cento de cibernautas que utilizam softwares alternativos.
O Banco Best efectuou uma actualização na sua plataforma de sistemas de informação com o objectivo de melhorar o nível de serviço a clientes. “Decidimos investir na actualização da plataforma com o objectivo de oferecer serviços ainda mais eficientes e inovadores, que irão passar a incluir transaccionalidade em multi-moeda, a disponibilização dos serviços em diferentes línguas, entre outras novidades que irão sendo divulgadas”, revela, em primeira mão, Pedro de Sousa Cardoso, director de marketing do Banco Best.

Disparo tecnológico
O tiro acabou por sair pela culatra, ou seja, as alterações em curso acabaram por afectar o normal funcionamento das ferramentas colocadas pelo banco ao dispor dos clientes, sobretudo, na área de trading. Colateralmente, o fraco desempenho online afectou o nível de resposta do centro de atendimento, “dado o fluxo atípico de chamadas gerado por parte dos clientes traders, o que por sua vez levou a dificuldades genéricas de acesso ao banco, por parte dos clientes que tipicamente usam o canal telefónico”, explica o director.
O responsável garante que a actividade de trading e os restantes instrumentos de negociação estão normalizados, “não obstante poderem acontecer situações pontuais e circunscritas que se enquadram no normal funcionamento dos sistemas informáticos”. Diogo Nunes
Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

Meio Cêntimo Para Fazer Mexer o Mercado

Agora 1 cêntimo já é demais. Foto: IceBoneHá apenas 2 dias, a NYSE Euronext procedeu à implementação de 3 casas decimais em 11 acções cotadas: Altri, Banco BPI, BES, Cimpor, EDP, Jerónimo Martins, BCP, PT, REN, Sonaecom e Sonae SGPS. Agora, estas acções variam em múltiplos de meio cêntimo. Os gestores da bolsa explicam que "esta medida poderá fomentar a liquidez do mercado e melhorar a qualidade dos seus preços".
Além de Lisboa, este processo estende-se aos restantes mercados europeus da plataforma transantlântica. A congénere belga da praça alfacinha estreou a decimilização no mesmo dia que a capital portuguesa, enquanto as novas regras só entram em cena nos mercados de Paris e Amesterdão a 7 de Abril. A NYSE Euronext garante que "o processo da decimilização já vem planeado de trás", ainda antes da fusão da bolsa nova-iorquina e da pan-europeia. "Além disso, os sistemas de negociação na Europa e nos EUA são diferentes e ambos os mercados operam separadamente a este nível. Claro que existem sinergias, mas noutros capítulos", concluem os gestores da bolsa. Diogo Nunes

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